"A Viola e os Livros”, decorrida a 1 de Outubro, foi uma homenagem sentida aos que se têm dedicado a escrever sobre a nossa Viola ou sobre o contexto onde ela se insere.
De Dias de Melo em "Pedras Negras", que descreve o dia de casamento de Francisco Marroco, regressado ao Pico anos depois de ter dado o "salto" na baleeira. A emoção foi tanta que o seu pai tirou a viola do saco (onde estava fechada desde o dia da partida do filho), limpou as teias de aranha e o pó, trocou as cordas e toda a noite tocou as "Chamarritas".
Passando por Vitorino Nemésio com o seu poema "Cantigas à minha viola" do livro "Festa Redonda", dedicado à viola da 6 ordens (15 cordas) Terceirense: "Ó viola encordoada/ Com quinze cravos de aposta/ Minha pêra acinturada/ Minha maçã da Bemposta", é a quadra que inicia este poema intemporal.






