Foi no dia 11 de Junho do ano de 1960.
A tarde estava calma e como Sábado se tratava, tínhamos acabado o dia mais cedo do que usual. Espairecia lá para os lados do meu quintal onde adormeci quando na terra morna dei ao corpo algum descanso, contente por ter acabado mais uma semana de árduo trabalho. Não sei explicar o porquê, mas fazia isto muitas vezes. Deitar-me ali e sentir o morno da terra e outros sons vindos da mãe natureza os quais mesmo sem os não saber explicar ou interpretar, sentia e ouvia aquele silêncio que não sabia se vinha dentro de mim próprio ou fora de mim! Assim muitas vezes adormecia como se estivesse numa cama de penas de pato num hotel de cinco estrelas!




