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sábado, 1 de novembro de 2014

CAFÉ RESTAURANTE JARDIM COMEMORA 30 ANOS NA GERÊNCIA DA FAMÍLIA REBELO

Hoje, 1 de novembro de 2014, os proprietários e clientes do Café/ Restaurante Jardim estão de parabéns pela comemoração do seu 30º aniversário, sendo uma data marcante para todos os povoacenses que acarinham este ramo empresarial.

Carlos Alberto Santos Rebelo e a sua família gerem o Café/Restaurante jardim há 30 anos, com o empenho, dedicação e simpatia que lhe são reconhecidos.

HOJE É DIA DE TODOS OS SANTOS

O primeiro dia de Novembro é marcado pela ida de milhares de portugueses aos cemitérios e, na vila da Povoação aconteceu o mesmo, sendo que, é nesta altura que os cemitérios estão especialmente enfeitados. Mas esta visita tem tendência a acontecer no dia anterior ao definido pela Igreja, muito por culpa da força popular. Assim, é cada vez mais comum celebrar-se o Dia dos Fiéis Defuntos no Dia de Todos os Santos. Um fenómeno que pode ser explicado simplesmente pelo facto de o dia 1 de Novembro (Dia de Todos os Santos) ser feriado e o dia 2 (Dia dos Finados), não.

A TRADIÇÃO DO “PÃO POR DEUS”, JÁ NÃO É O QUE ERA

O PÃO POR DEUS era uma das tradições mais arreigadas na alma do povo de S. Miguel e dos Açores, em geral, a qual teve a sua origem no sufragar as almas, as chamadas esmolas perdidas, por serem fora de casa e distribuídas no maior recato. Sobretudo nas freguesias rurais, mas também na cidade, viam-se, no dia 1 de Novembro, grupos de crianças que andavam de porta em porta, pedindo Pão por Deus, recolhendo em saquinhas, dinheiro e guloseimas e, por vezes mesmo, alguns géneros alimentícios; afinal, todos davam o que tinham por casa. Era grande o reboliço dos grupos e, lugares havia, em que iam mesmo entoando: Pão por Deus, fia a Deus/Seja tudo pelo Amor de Deus!

TEMPO DE “SANTOS E ALMAS”

Fazer memória é honrar a vida

Mesmo não sendo feriado este dia 1 de Novembro é um dia muito especial, porque nele se faz memória de quantos nos precederam, na vida, nos trabalhos, na fé e na Pátria, em todas as pátrias.

Fazer memória é honrar a vida e ai da geração que esquece as suas raízes porque não terá por onde receber o alimento essencial para o seu desenvolvimento e crescimento: a Cultura e os valores! Em cada olhar, em cada flor, em cada visita a um túmulo, do mais rico à mais rasa campa, há sempre o folhear de um livro de vidas que ninguém pode esquecer.

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