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quinta-feira, 14 de julho de 2016

FÉRIAS A PARTILHAR

   
Verão tempo luminoso, há que abrir a porta, a janela, o coração – contemplemos o brilho rosáceo de um belo por de sol, ouvir o chilrear dos pássaros, ver a beleza das flores sentir o perfume, usufruir o verde arvoredo, cantar com as quedas de água, estar em comunhão com a natureza, sentir os raios de sol, a areia da praia, a imensidade do mar seus afagos, o refrigério da água azul doirado, o sermos capazes de viver alguns dias com mais simplicidade. Verão estação do calor, da luz, da cor, da alegria, do convívio familiar, das festas paroquiais em beleza e fé e festas profanas de convívio salutar. Quando nos seja possível “há que fugir à rotina, ao stress acumulado ao longo do ano” que seja apenas algumas horas é benéfico, viver mais em profundidade para si, para a família e para os verdadeiros amigos … legado de João Paulo II (O frenesim do quotidiano não nos permite deter o olhar na beleza das pessoas, das coisas, da natureza, dos acontecimentos até “o homem lembrou João Paulo II criado à imagem de Deus é chamado a realizar na sua vida tanto a dimensão operativa do Criador”).

        O estarmos de férias não quer dizer que não nos preocupemos uns com os outros, férias é estarmos em comunidade nada há de mais maravilhoso do que nos integrarmos como irmãos, filhos do mesmo Pai. Algo há que renovar em nossa vida. As férias dão que pensar, há que agir positivamente com os mais desprotegidos – não têm férias; o grave – sem emprego, sem pão, vítimas de injustiça, crescermos harmoniosamente é necessário, numa partilha solidária, repartir o alimento com quem tem fome, férias a partilhar …

(Mensagem a concluir, desconheço o autor)

“Só quem aprende a dar em vez de receber, a soltar em vez de submeter, pode ser livre, ditoso e sereno; sem medo.”

BENJAMIM CARMO

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