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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

PARLAMENTO JOVEM É EXEMPLO DE IGUALDADE DE GÉNERO E DE PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA

A Secretária Regional Adjunta da Presidência para os Assuntos Parlamentares salientou hoje, na Horta, a "representatividade feminina" existente no Parlamento Jovem, considerando que "não tem equivalente" na Assembleia da República, nos parlamentos regionais, nem "na grande maioria dos parlamentos da Europa e do mundo”.

Isabel Rodrigues, com esta constatação, quis alertar as jovens deputadas para “a importância que tem para a efetiva igualdade de oportunidades de género que, ao longo da vida, enquanto mulheres, continuem a exercer a participação”.

“Não prescindam de um papel que é vosso”, frisou a Secretária Regional, acrescentando que “a efetiva igualdade de oportunidades deverá um dia acontecer por si própria, não estar dependente de quotas".

"Continuem, portanto, a participar”, apelou Isabel Rodrigues, que falava na sessão de abertura do Parlamento Jovem/Ensino Secundário que decorre na sede da Assembleia Legislativa.

A Secretária Regional realçou ainda a importância da democracia, salientando que, apesar de os jovens deputados já terem nascido sob o signo da liberdade e a ditadura ser para eles um período da História de Portugal que estudam nas escolas, é importante terem presente “que a democracia não é um dado adquirido”.

“A democracia vive todos os dias daquilo que cada um de nós é capaz de fazer, não apenas no plano político, sendo esse um plano muito importante, mas também no plano da participação cívica", frisou.

Nesse sentido, considerou que "depende muito da forma como cada um de nós se dá, da forma como cada um de nós participa, da forma como cada um de nós é capaz de ser exigente em relação aos seus representantes, em relação aos seus governantes”.

Na sua intervenção, a Secretária Regional apelou também aos jovens para que estimem as instituições democráticas.

“Para estimarem a oportunidade que temos na nossa Região de escolher os nossos representantes, de participar na tomada de decisões. Um processo que nem sempre é fácil porque tomar decisões em política envolve uma complexidade de interesses e de opiniões”, acrescentou.

Isabel Rodrigues deixou também um desafio aos jovens para que, “ao longo dos trabalhos de hoje, mas também ao longo da vida, não se esqueçam nunca de que a nossa vida deve ser guiada por princípios da tolerância, do respeito e do compromisso".

"Se seguirmos esses princípios na complexidade da tomada de decisões coletivas, será mais fácil atender ao bem comum e esse é o grande objetivo da atividade política”, afirmou.

O programa Parlamento dos Jovens é uma iniciativa da Assembleia da República, em parceria com as assembleias legislativas regionais, o Governo da República e os governos regionais, dirigida aos jovens do 2.º e do 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário.

Na sessão que teve início segunda-feira e prossegue hoje, participam cerca de seis dezenas de alunos, oriundos de 30 escolas da Região.

GaCS/SF / U.O.P.

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